quinta-feira, 16 de agosto de 2012



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Look do dia

Look com short jeans ♥.♥

Conheça algumas das mais belas fontes do mundo


Seja para um passeio romântico ou simplesmente para olhar e aproveitar a calmaria do local, é por muitos considerado uma das melhores opções de lazer. Por mais simples ou antigas que sejam elas conseguem transformar a paisagem e o astral de quem as vê.
Confira algumas das mais belas fontes encontradas pelo mundo.

Ohio – E.U.A

Las Vegas, Nevada – EUA

Sidney – Austrália

Hotel Bellagio – Las Vegas – E.U.A

Osaka – Japão

Cingapura

Arábia Saudita


Polônia

Moscou – Rússia


Charleston, SC


Áustria

Santa Galdana – Menorca

Por que as mulheres demoram tanto no banheiro?


01
Meninos! Enfim foi desvendado o mistério que durante séculos atiçou a curiosidade de vocês sobre a demora das mulheres quando vão ao banheiro.
E certamente, muitas garotas irão se identificar com a história que está sendo contada.

Minha mãe ficava histérica com os banheiros públicos. Quando pequena me 
levava ao banheiro, me ensinava a limpar a tampa do vaso com papel 
higiênico e cobrir cuidadosamente com tiras de papel em toda a borda. 
Finalmente me instruía:
“Nunca, NUNCA se sente em um banheiro publico”.
Logo me mostrava “A POSIÇÃO” que consiste em se equilibrar sobre o 
vaso em uma posição de sentar sem que o corpo entre em contato com o vaso. 
Isso foi há muito tempo, mas ainda hoje em nossa idade adulta, “a posição” é 
dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando.
Quando você “tem que ir” a um banheiro público, sempre encontra uma 
fila de mulheres que te faz pensar que as cuecas do Brad Pitt estão à venda 
pela metade do preço. E assim espera pacientemente e sorri amavelmente às 
outras mulheres que também estão discretamente cruzando as pernas.
Finalmente é a sua vez. 
Você olha cada cubículo por baixo da porta para ver 
se não há pernas. Todos estão ocupados, mas finalmente uma porta se 
abre e você entra quase jogando a pessoa que está saindo. 
Você entra e percebe que o trinco não funciona, mas não importa…
Você pendura a bolsa no gancho que tem atrás da porta e, se não tem 
gancho, você a pendura no pescoço mesmo, enquanto se equilibra, 
sem contar que a alça da bolsa quase corta a sua nuca, 
porque está cheia de porcarias que você foi jogando dentro, 
das quais não usa a maioria, mas as tem aí, para o caso 
de “e se eu precisar?”
Mas, voltando à porta… como não tinha trinco só lhe resta a opção 
de segurá-la com uma mão, enquanto com a outra você abaixa a calcinha 
e fica “em posição”… 
Alívio… ahhhhhh… mais alívio. 
Aí é quando suas pernas começam a relaxar e você adoraria sentar,
mas não teve tempo de limpar o vaso e nem cobrir com papel. 
Nessa hora você quase tem um treco de tão aliviada, 
aí dá uma desequilibrada e erra a mira. Pronto, o suficiente 
pra ficar molhada até as meias, e é obvio que dá pra notar.
Para afastar o pensamento dessa desgraça, você procura o rolo de 
papel higiênico… maaaas.. hehehe, o rolo tá vazio! 
E as suas pernas continuam querendo relaxar. 
Ai você lembra de um pedacinho de papel que tá na bolsa, 
meio usado porque você já limpou o nariz com ele, 
mas vai ter que servir, você amassa ele pra absorver o máximo 
possível, mas ele é muito pequeno, e ainda tá sujo de meleca.
Nisso alguém empurra a porta e, como o trinco não funciona, 
você recebe uma baita portada na cabeça. 
Aí você grita “tem genteeeeee” 
enquanto continua empurrando a porta com a mão livre e o pedacinho de 
papel que você tinha na mão cai exatamente em uma pequena poça que tinha no 
chão e você não sabe se é água ou xixi… ehehe 
Aí você vai de costas e desequilibra, caindo sentada no vaso.
Você se levanta rapidamente, mas já é tarde. 
Seu traseiro já entrou em contato com todos os germes e formas de 
vida do vaso porque VOCÊ não o cobriu com papel higiênico, 
que de qualquer maneira não havia, mesmo se você tivesse tido tempo de fazer isso.
Sem contar o golpe na cabeça, o quase corte na nuca pela alça da 
bolsa, a espirrada de xixi nas pernas e nas meias, que ainda estão molhadas… 
a lembrança de sua mãe que estaria terrivelmente envergonhada de você, 
porque o traseiro dela nunca sequer tocou o assento de um banheiro 
público, porque francamente, “você não sabe que tipo de doença 
poderia pegar ai”.
Mas a aventura não termina ai… 
Agora a descarga do banheiro, que tá tão desregulada 
que jorra água como se fosse uma fonte e manda tudo pro esgoto com 
tanta força que você tem que se segurar no porta-papel (quando tem) 
com medo de que aquele negócio te leve junto e te mande pra China. 
Ai é finalmente quando você se rende. 
Está ensopada pela água que saiu da privada como uma fonte. 
Você está exausta. Tenta se limpar com uns papeizinhos de chiclete 
Trident que estavam na bolsa e depois sai discretamente para a pia.
Você não sabe muito bem como funcionam as torneiras automáticas 
também e então dá uma limpadinha nas mãos com saliva mesmo e seca com toalha 
de papel. 
E sai passando pela fila de mulheres que ainda estão esperando com as 
pernas cruzadas e nesse momento você é incapaz de sorrir cortesmente.
Uma alma caridosa no fim da fila te diz que você tá com um pedaço de 
papel higiênico do tamanho do rio Amazonas grudado no sapato! 
Você puxa o papel do sapato e joga na mão da mulher 
que disse que tava grudado e lhe diz suavemente: 
“Toma! Você vai precisar!” e sai.
Nesse momento, seu namorado ou marido que entrou, usou e saiu do 
banheiro masculino e teve tempo de sobra pra ler “Guerra e Paz” enquanto 
esperava, te pergunta: 
“Por que demorou tanto?”
É nessa hora que você dá um chute no saco dele 
e o manda pra puta que o pariu!
Fonte: http://minilua.com/que-mulheres-demoram-tanto-banheiro/

Eles são gays e você nunca desconfiou!


billejoe
Realmente, sair do armário está mais na moda que nunca.
É muito complicado para uma personalidade da mídia assumir que é gay, no entanto, estamos em uma era despida de preconceitos e quem escondia sua orientação sexual agora tem liberdade para contar a todos suas preferências. 
Veja alguns famosos que não tiveram medo de declarar ao público sua homossexualidade ou bissexualidade.

guillermo-diaz
alancumming
jimparsons

kate clinton
johnbarrowman
lindsaylohan
neilpatrickharris
TR_Knight
samanthafox


Praga da Dança, 1518





Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz. Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas. Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte. Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida.

Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”. Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo.




Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine". A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.)

Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.

O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições.

Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.



Outros seis ou sete surtos afetaram localidades belgas depois da bagunça iniciada por Frau Troffea. O mais recente que se tem notícia ocorreu em Madagascar na década de 1840.